Protección de la familia
El contexto
Esta sección de análisis especial ofrece un análisis feminista crítico y acceso a los recursos clave relacionados con la «protección de la familia» en los espacios internacionales de derechos humanos.
Durante los últimos años, venimos observando una nueva y preocupante tendencia en el ámbito internacional de derechos humanos, donde se están empleando discursos sobre la «protección de la familia» para defender violaciones cometidas contra miembros de la familia, de modo de reforzar y justificar la impunidad y para coartar la igualdad de derechos en el seno de la familia y la vida familiar.
La campaña para «proteger a la familia» es impulsada por proyectos conservadores que tienen como fin imponer interpretaciones «tradicionales» y patriarcales de familia; quitando los derechos de las manos de sus miembros para ponerlos en las de la institución «familia».
Los proyectos de «protección de la familia» tienen su origen en los siguientes fenómenos:
- el auge del tradicionalismo,
- el auge del conservadurismo cultural, social y religioso, y
- posturas hostiles a los derechos humanos de las mujeres, los derechos sexuales, los derechos de las niñas y los niños y los derechos de las personas con identidades de género y orientaciones sexuales no normativas.
Desde 2014 un grupo de estados opera como bloque en espacios de derechos humanos, bajo el nombre «Group of Friends of the Family» [Grupo de amigos de la familia], y a partir de entonces se han aprobado resoluciones sobre la «Protección de la familia» todos los años.
Esta agenda se ha extendido más allá del Consejo de Derechos Humanos (HRC, por sus siglas en inglés). Hemos visto cómo el lenguaje regresivo sobre «la familia» se ha introducido en la Comisión de la Condición Jurídica y Social de las Mujeres (CSW, por sus siglas en inglés), y hemos asistido a intentos por incluir este lenguaje en las negociaciones sobre los Objetivos de Desarrollo Sostenible.
Nuestro enfoque
AWID trabaja con asociadxs y aliadxs para resistir conjuntamente las agendas regresivas de «Protección de la familia» y otras, y para defender la universalidad de los derechos humanos.
En respuesta a la creciente influencia de actores regresivos en los espacios de derechos humanos, AWID se ha unido con aliadxs para formar el Observatorio de la Universalidad de los Derechos (OURs, por sus siglas en inglés). OURs es un proyecto colaborativo que monitorea, analiza y comparte información sobre iniciativas anti-derechos tales como la «Protección de la familia».
Derechos en Riesgo, el primer informe de OURs, traza un mapa de los actores que conforman el cabildeo global anti-derechos e identifica sus discursos y estrategias principales, señalando los efectos que estos discursos y estrategias están teniendo sobre nuestros derechos humanos.
El informe expone a la «Protección de la familia» como una agenda que ha promovido la colaboración entre una amplia gama de actores regresivos en las Naciones Unidas. La describe como un marco estratégico que aloja «múltiples posiciones patriarcales y anti-derechos, cuyo marco, a su vez, apunta a justificar e institucionalizar estas posiciones».

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« La sexualité est fluide, et là mon vagin aussi. »
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Sandra Luz Hernandez
Guadalupe Campanur Tapia
Guadalupe fue una activista ambiental comprometida en la lucha contra el crimen en Cherán, México.
En abril de 2011 ayudó a derrocar el gobierno local, y participó en patrullas locales de seguridad, que abarcaban los bosques municipales. Era unx de lxs líderes indígenas de Cherán que llamaban a la población a defender sus bosques contra la tala forestal ilegal y despiadada. Su trabajo en defensa de adultxs mayores, niñxs y trabajadorxs la convirtió en un ícono de su comunidad.
Fue asesinada en Chilchota, México, aproximadamente 30 kilómetros al norte de su ciudad natal de Cherán.
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3. Créez votre sondage
Après avoir évalué la capacité et les objectifs de recherche de votre organisation, vous pourriez choisir entre autres méthodes de collecte de données, de mener une enquête pour vos recherches.
Dans cette section :
- Pourquoi réaliser un sondage ?
- Déterminez la population cible
1. Sondage en ligne
2. Sondage sur papier- Élaborez vos questions
1. Questions courtes et claires
2. Langage simple et universel
3. Questions « ouvertes » et « fermées »
4. Organisation logique
5. Moins de 20 minutes
6. Simple et intéressant- Testez et traduisez
1. Vos conseiller-ère-s
2. Rédaction et mise à l’essai
3. Traduction- Ciblez la population pertinente
1. Taille de l’échantillon
2. Niveau de participation
3. Bases de données et liste de contacts
Pourquoi réaliser un sondage ?
Un sondage constitue un excellent moyen de rassembler des informations sur chacune des organisations afin de capter les tendances collectives.
Par exemple, la taille du budget d’une organisation ne vous renseigne pas beaucoup sur une tendance de financements destinés aux droits des femmes. En revanche, si vous connaissez les budgets de 100 ou 1 000 organisations, vous pouvez commencer à tracer le portrait de la situation collective du financement à l’appui des droits des femmes.
Alors que vous élaborez votre sondage, gardez à l’esprit le cadre de référence de votre recherche établi dans la section précédente.
N’oubliez pas : Votre cadre vous aide à déterminer quels renseignements vous tentez d’obtenir avec votre sondage. Les données recueillies devraient vous permettre de réaliser vos objectifs, de répondre à vos questions principales et de créer vos produits finaux.
Déterminez la population que vous visez
C'est une étape importante : plus vous identifiez clairement la population que vous souhaitez sonder, plus vous pourrez affiner vos questions.
Selon vos objectifs de recherche, vous pourriez créer des sondages distincts auprès des organisations de droits des femmes, des baillerus de fonds et des donateurs. Vous pourriez également concentrer votre sondage sur les groupes de femmes et mener des interviews auprès des bailleurs de fonds et des donateurs, puisque la réalisation d’un sondage auprès de chaque population peut exiger des ressources considérables.
Il se peut que les questions posées aux groupes de femmes diffèrent de celles que vous posez aux bailleurs de fonds. Si vous prévoyez de sonder plus d’une population, nous vous invitons à adapter votre collecte de données en fonction de chacune d’entre elles.
Dans le même temps, certaines des questions principales posées à chaque population pourraient se chevaucher pour permettre une analyse comparative des réponses obtenues.
Sondage en ligne
Si vous pouvez atteindre votre population cible en ligne, il est utile et efficace d’élaborer un sondage en ligne.
Nous recommandons deux outils en ligne, qui proposent des versions gratuites :
- Survey Monkey
- Survey Gizmo (en anglais)
Survey Gizmo vous permet de convertir vos données en format accessible SPSS, un logiciel statistique utile dans le cadre d’une analyse avancée des données.
La-les personne-s chargée-s de l’analyse des données sera-seront la-les mieux placé-e-s pour déterminer quels sont les outils les plus appropriés à votre recherche en fonction des compétences du personnel et des plans d’analyse.
Pour faciliter l’accessibilité, considérez la possibilité de produire un formulaire en version PDF, que vous pourrez joindre à un courriel. Cela permettra aux organisations qui ont des connexions Internet sporadiques, ou à celles qui doivent payer son utilisation à la minute, de télécharger l’sondage et de la remplir hors ligne.
Sondage sur papier
Vous pourriez décider que l’approche en ligne n’est pas assez accessible ou inclusive pour la population visée.
Dans ce cas, vous devrez élaborer un sondage sur papier et des méthodes pour atteindre les populations qui ne sont pas « branchées » (par le truchement d’activités communautaires ou par la poste avec des enveloppes-réponses préaffranchies).
Élaborez vos questions
Facilitez la tâche de ceux et celles qui répondront à votre sondage.
1. Questions courtes et claires
Si les questions sèment la confusion ou exigent des réponses complexes, vous risquez de constater que les gens ne terminent pas le sondage ou encore qu’ils fournissent des réponses inutilisables pour votre analyse.
Veillez à ce que les questions ne demandent qu’un élément d’information à la fois.
Par exemple :
- Quel est le budget de votre organisation cette année ?
Réponse facile : la personne peut aisément trouver l’information pour son organisation et la question ne demande qu’un élément d’information. - Quel pourcentage de votre budget proviendra de sources probables de financement pour votre organisation, mais qui ne sont pas encore confirmées ?
Question qui prête à confusion et réponse difficile : vous demandez une liste de sources de financement non confirmées ou un pourcentage du financement qui est probable mais non confirmé ?
Ces renseignements sont difficiles à obtenir : la personne devra calculer les pourcentages qu’elle n’a peut-être pas sous la main, augmentant ainsi le risque qu’elle ne termine pas le sondage.
2. Langage simple et universel
Plusieurs mots ou acronymes qui vous sont familiers pourraient être totalement inconnus des personnes qui répondront à votre sondage, par exemple, « mobilisation des ressources », « ODD » ou « S&E ». Assurez-vous de choisir un langage plus universel pour formuler vos questions.
S’il vous faut employer le jargon, des phrases ou des mots que vos collègues connaissent bien, mais qui ne sont pas largement adoptés, fournissez une définition qui rendra votre sondage plus facile à comprendre.
Assurez-vous d’écrire en toutes lettres les acronymes que vous utilisez. Par exemple, si vous parlez de S&E, écrivez ou dites « Suivi et évaluation ».
3. Questions « ouvertes » et questions « fermées »
Questions fermées :
Une seule réponse est possible (comme « oui » ou « non » ou encore un nombre). Les personnes qui remplissent le sondage ne peuvent répondre en utilisant leurs propres termes et devront généralement choisir parmi des catégories prédéterminées que vous aurez créées, ou encore saisir un nombre précis. Les réponses aux questions fermées sont plus faciles à mesurer collectivement et elles sont fréquemment quantitatives.
Exemple d’une question fermée : Quel est le budget de votre organisation ?
Questions ouvertes :
Il s’agit de questions qualitatives, souvent descriptives. Les personnes répondent à ces questions en utilisant leurs propres termes. Ce sont des questions qui se prêtent mieux aux interviews qu’aux sondages.
Ces questions sont plus difficiles à analyser sur le plan collectif que ne le sont les questions fermées, particulièrement si votre échantillon est vaste. Cependant, si les questions ouvertes sont très précises, les réponses seront plus faciles à analyser.
Concevez Autant que possible vos questions de sondage de telle sorte que les personnes qui y répondront pourront faire leur choix à partir d’une liste d’options, plutôt que de poser des questions ouvertes. Vous gagnerez du temps sur le plan du nettoyage et de l’analyse des données.
Exemple d’une question ouverte : Cette année, à quels défis particuliers avez-vous fait face en matière de levée de fonds ?
Familiarisez-vous avec les différents genres de questions
Il existe plusieurs manières de poser des questions ouvertes. En voici quelques exemples, que vous pouvez étudier pour déterminer le genre de questions qui correspond le mieux aux types de données que vous souhaitez recueillir :
- Les questions à choix multiples : la personne peut choisir une ou plusieurs options que vous présentez.
- Échelles de notation : la personne accorde une note sur une échelle que vous aurez prédéterminée.
Pour ce qui est de ce genre de questions, assurez-vous d’expliquer clairement ce que signifient les chiffres les plus élevés et les moins élevés de l’échelle. - Classement : la personne choisira et organisera un certain nombre de réponses que vous aurez prédéterminées.
En savoir plus sur les différents types de questions
4. Organisation logique
Si vous prévoyez de mener cette recherche à intervalles réguliers (par exemple, tous les deux ans), nous vous recommandons d’élaborer un sondage de base que vous pourrez répéter afin de suivre les tendances au fil du temps.
Ensemble 1 : Questions de présélection
Cette présélection permet d’identifier les personnes pouvant répondre au sondage.
Les sondages en ligne que nous avons proposés vous permettent de mettre fin au sondage si la personne qui y répond ne satisfait pas à vos critères d’admissibilité. Au lieu de remplir le sondage, ces personnes seront dirigées vers une page où on les remercie de leur intérêt, tout en leur expliquant que ce sondage est destiné à un type différent de répondant-e-s.
Par exemple, il se peut que vous ne souhaitiez sonder que les groupes de droits des femmes d’un lieu particulier. Les questions de présélection peuvent déterminer le lieu où se trouve la personne et éviter que les gens qui sont autre part ne poursuivent le sondage.
Ensemble 2 : Questions standardisées de base sur la démographie
Ces questions recueillent des données propres à la personne qui répond, comme le nom et le lieu de l’organisation. Ces données peuvent chevaucher les réponses aux questions de présélection.
Si les ressources le permettent, vous pouvez stocker ces réponses dans une base de données et ne poser ces questions que la première année où une organisation participe à votre sondage.
Ainsi, lorsque vous répèterez le sondage ultérieurement, les organisations pourront remplir plus facilement et rapidement le formulaire, augmentant ainsi les chances qu’il soit complètement rempli.
Ensemble 3 : Questions standardisées et obligatoires sur le financement
Ces questions vous permettront de réaliser le suivi sur la durabilité des revenus et du financement. Si votre sondage est menée annuellement ou tous les deux ans, vous pourrez ainsi capter les tendances au fil du temps.
Ensemble 4 : Questions sur des enjeux particuliers
Ces questions tiennent compte du contexte actuel. Elles peuvent se référer aux changements survenus sur la scène politique ou économique. Elles peuvent être facultatives et liées au financement, portant notamment sur les attitudes à l’égard de la levée de fonds.
Par exemple, l'enquête mondiale WITM de l’AWID en 2011 posait des questions sur les nouvelles tendances en matière de financements que le secteur privé accordait aux « femmes et aux filles ».
5. Moins de 20 minutes
Les sondages les plus courts sont les meilleurs : votre sondage ne devrait pas dépasser 20 minutes afin de respecter l’emploi du temps des répondants-tes et de leur permettre d’y répondre complètement.
Il peut être tentant de poser une multitude de questions en espérant recueillir un grand nombre d’informations. Cependant, les sondages trop longs sont fatigants et risquent de lasser les personnes répondantes ou encore de les éloigner de votre organisation.
De plus, plus vous aurez de questions plus votre sondage sera laborieux à analyser.
6. Simple et intéressante
- Avant de commencer, informez les participants du temps qu’il leur faudra pour remplir le questionnaire.
- Précisez le genre d’informations dont ces personnes auront besoin pour le remplir afin qu’elles leur soient facilement accessibles (par exemple, si vous demandez des données financières, dites-le dès le départ pour que les personnes soient préparées).
- Demandez des renseignements que les organisations peuvent facilement se procurer et vous fournir : par exemple, les organisations pourraient avoir du mal, ou être dans l’impossibilité de vous fournir des renseignements financiers d’il y a 20 ans.
- Proposez des mesures incitatives pour convaincre la population ciblée de remplir le questionnaire, comme le tirage d’un prix.
Par exemple, dans le cadre de le sondage mondiale WITM de 2011, l’AWID a organisé un tirage dont le prix était un billet d’avion aller-retour pour participer au Forum de l’AWID.
Conseils généraux
- Demandez des détails budgétaires précis plutôt que d’offrir une échelle (selon notre expérience, les montants spécifiques sont plus utiles lors de l’analyse).
- Précisez la devise ! Si nécessaire, dans les réponses sur les aspects financiers, demandez à tout le monde de convertir leurs réponses dans la même devise ou demandez aux personnes qui répondent au sondage de préciser la devise qu’elles utilisent.
- Assurez-vous de recueillir assez de renseignements démographiques sur chaque organisation, afin de contextualiser les résultats et de nuancer les tendances dégagées.
Par exemple : Si vous analysez où est l’argent dans un pays particulier, il sera utile de savoir d’où provient chacune des organisations et/ ou à quel niveau (rural, urbain, local, national) elles évoluent. Cela permet de capter les tendances les plus importantes, comme la plus grande disponibilité des fonds pour les groupes urbains.
Testez et traduisez
1. Vos conseiller-ère-s
Le fait de mobiliser vos partenaires dès le départ vous permettra d’établir des relations plus approfondies et assurera une recherche plus inclusive et de meilleure qualité.
Ces personnes vous fourniront des commentaires sur la version préliminaire de votre sondage, piloteront les mises à l’essai et examineront l’analyse préliminaire des résultats de le sondage et d’autres collectes de données.
Ces conseiller-ère-s annonceront également le sondage à leurs publics lorsqu’elle sera prête à être lancée. Si vous prévoyez un sondage en plusieurs langues, assurez-vous de compter sur des partenaires qui parlent ces langues.
Si vous choisissez de collecter vos données à l’aide d’un sondage et d’interviews, les partenaires qui vous auront guidé dans la conception de votre sondage peuvent aussi être interviewé-e-s.
2. Version préliminaire et test
Lorsque la version préliminaire de votre sondage est terminée, testez-la auprès de vos partenaires avant de la présenter à votre population cible. Vous serez ainsi en mesure de détecter et d’ajuster les problèmes techniques ou les questions prêtant à confusion.
De plus, vous pourrez mesurer concrètement le temps nécessaire pour remplir le formulaire.
3. Traduction
Lorsque le sondage est achevé et qu’il a été testé dans votre langue maternelle, il peut être traduit.
Assurez-vous de tester les versions traduites de votre sondage. Dans un souci de clarté, certaines des personnes qui testeront le sondage devront la traduire dans leur langue maternelle.
Ciblez la population pertinente
1. Taille de l’échantillon
La taille de l’échantillon représente le nombre de personnes ayant rempli votre sondage.
Votre échantillon devrait refléter les caractéristiques de la population plus vaste que vous souhaitez analyser.
Par exemple : Imaginons que vous souhaitez analyser les millions de groupes de droits des femmes à Valyria, mais vous n’avez ni le temps ni les ressources pour sonder chaque groupe.
Vous pouvez à la place ne sonder que 500 groupes. Ces groupes seront l’échantillon représentatif de tous les groupes de femmes de la région.
Tailles d’échantillons recommandées
- 100 personnes participantes ou moins : tend à ne pas être fiable.
- 250 à 400 : générera des résultats relativement exacts.
- Plus de 400 : entièrement adéquat et permettra également une analyse précise des sous-groupes (par exemples, les groupes d’âge).
Bien qu’il ne soit pas nécessaire de déterminer la taille exacte de votre échantillon avant de lancer votre sondage, le fait de l’avoir estimé vous permettra de déterminer le moment où vous aurez atteint un nombre suffisant de répondant-e-s ou si vous devez prévoir un prolongement des dates de le sondage possible, si vous estimez que vous n’avez pas contacté assez de personnes.
2. Niveau de participation
Un élément qui est encore plus important que la taille de l’échantillon est le nombre de personnes de la population ciblée qui seront en mesure de participer à un sondage.
Si de larges portions ou d’importantes tranches de la population sont systématiquement exclues (soit en raison de la langue, de l’accessibilité, du moment, de problèmes de base de données, d’accès à l’Internet ou d’autres facteurs), il est impossible de mesurer précisément la fiabilité statistique des données de sondage.
Dans notre exemple : vous devez vous assurer que tous les groupes de femmes de Valyria ont eu l’occasion de participer à le sondage.
Si un segment des groupes de femmes de Valyria n’utilise par l’Internet, et que vous recrutez des participant-e-s uniquement à partir de méthodes en ligne, vous ignorez alors dans votre échantillon final une tranche considérable de la population ciblée. Par conséquent, votre échantillon n’est pas représentatif de tous les groupes de femmes de Valyria.
Vous ne pouvez tirer de conclusions exactes de vos données si des tranches de population sont exclues de votre échantillon. L’utilisation d’un échantillon représentatif, vous permettra d’éviter cette erreur.
3. Bases de données et liste de contacts
Pour connaître la composition des groupes de femmes dans votre région de recherche (région, population, etc.), il pourrait être utile d’examiner les bases de données.
- Certains pays pourraient avoir des bases de données sur tous les organismes sans but lucratif inscrits, ce qui vous permettra de connaître l’ensemble de votre population.
- Si les bases de données ne sont pas disponibles, vous pouvez générer votre propre liste de groupes de votre région d’intérêt. Commencez par les réseaux et les coalitions et demandez-leur de vous aiguiller vers d’autres groupes qui ne font pas partie de leurs membres.
C’est en connaissant la composition générale des groupes de femmes que vous avez l’intention de cibler que vous aurez une meilleure idée de l’allure que prendra votre échantillon : il devrait représenter une mini-version de la population d’ensemble.
Une fois que les personnes auront répondu au sondage, vous pourrez mesurer si la population que vous avez touchée (votre taille d’échantillon) correspond à la composition de l’ensemble de la population ciblée. Si ce n’est pas le cas, vous pourriez choisir de déployer des activités de sensibilisation auprès des tranches de population qui selon vous ont été exclues ou prolonger la période d’ouverture de votre sondage.
L’incertitude face à la représentativité de votre échantillon ne doit pas vous paralyser : faites tous les efforts pour étendre votre recherche le plus loin et le plus largement possible.
Étape précédente
Étape suivante

Temps estimé :
• 2 - 3 moisPersonnel requis :
• 1 personne (ou plus) chargée de la recherche • Traducteur(s)-trice(s), si vous voulez traduire votre sondage • 1 personne (ou plus) pour diffuser le sondage auprès des populations choisies • 1 personne (ou plus) chargée de l'analyse des donnéesRessources requises :
• Liste d’organisations, de donateurs et d’activistes agissant à titre consultatif • Un prix de récompense pour encourager les gens à répondre à votre sondage (optionnel) • Une marque de reconnaissance pour vos conseillers-ères (optionnel)Ressources disponibles :
• Survey Monkey ou Survey Gizmo (en anglais) • Exemple : Enquête mondiale WITMÉtape précédente
Étape suivante
4. Recueillez et analysez vos données
Êtes-vous prêts-tes ?
Communicating Desire | Content Snippet
Communicating Desire
and Other Embodied Political Praxes
Communicating Desire
Host: We tend to think about communicating desire as something that is limited to the private intimacy of the bedroom and our personal relationships. But can we also think of this kind of communication as a structure, a praxis that informs our work, and how we are, how we do in the world?

Lindiwe
I believe that unfortunately in the past, expressing your sexuality has been limited. You were allowed to express it within the confines of your marriage, which was permitted, there have always been taboo and stigmas attached to expressing it any other way. When it comes to communicating, obviously the fact that certain stigmas are attached to expressing your sexuality or expressing your desire makes it a lot harder to communicate that in the bedroom or intimately with your partner. From my personal experience, I do believe that obviously if I feel more comfortable expressing myself outside of the bedroom on other matters or other topics, it’s easier for me to build that trust, because you understand conflict resolution with that particular person, you understand exactly how to make your communication special towards that particular person. It’s not easy. It’s something that is consistently done throughout whatever your engagement is, whether it’s your relationship or whether it’s casual and just in the moment. But I believe that confidence outside can definitely translate to how you communicate your desire.
Manal
Since childhood, a woman is raised with that, “you’re not allowed to talk about your body, you’re not allowed to talk about your desire,” which puts a heavy responsibility on women, especially girls in their teens when they need to express themselves and talk about these issues. So for me I think this is a big problem. You know, I have been married for more than 25 years, but still, until now, I cannot talk about my desires. I cannot say what I want or what I prefer, because it’s like I’m not allowed to go beyond this line. It’s like haram, despite it being my right. This is the case for all my friends, they just can’t express themselves in the right way.
Louise
Personally, I find that expressing our desires, my desires, however that expression comes in hand, has to do with the other, and the gaze that the other would have on me. So this is also something that we can link to cinema. And the gaze I would have on myself as well: what I think I am as an individual, but also what society expects of me and my sexuality. In the past, I somehow did the analogy between what happens in the bedroom and what happens in the workplace, because there is sometimes this dynamic of power, whether I want it or not. And oftentimes, verbal communication is harder than we think. But when it comes to representation in film, that’s a totally different game. We are very far away from what I guess all of us here would like to see on screen when it comes to just communicating sexual desires inside or outside the bedroom.
Online and Embodied
Host: We can think about the digital world as embodied: while it might be virtual, it is not less real. And this was made clear in the context of AWID’s feminist realities festival, which took place entirely online. What does it mean then to talk about sexuality, collectively, politically, in online spaces? Do we navigate virtual spaces with our bodies and affects, and in this case, what are the different considerations? What does it do to communication and representation?

Lindiwe
Social media makes you feel community-based. When you express what it is that you want or like, there is someone who’s either going to agree or disagree, but those who do agree make you feel that you belong to a community. So it’s easier to throw it out into the universe, or for others to see, and potentially not get as much judgment. And I say this very loosely because sometimes, depending on what it is that you’re expressing, it either will get you vilified or celebrated. But when it comes to the bedroom, there is an intimacy and almost a vulnerability that is exposing you and different parts of you that is not as easy to give your opinion on. When it comes to expressing your desire, speaking it and saying it and maybe putting a Tweet or a social media post, or even liking and reading other communities that are same-minded is a lot easier than telling your partner, “this is how I want to be pleasured” or “this is how what I want you to do next,” because of the fear of rejection. But not only that, just the vulnerability aspect – allowing yourself to be bare enough to let the other person see into what you are thinking, feeling, and wanting – I think this is where the difference would come in for me personally. I feel it is a lot more community-based on social media, and it’s easier to engage in discourse. Whereas in the bedroom, you don’t want to necessarily kill the moment. But I think that also kind of helps you understand going forward, depending on the relationship with the person, how you would engage thereafter. So I always know that if I try to communicate something and I fail to do so in the moment, I can always try to bring it up outside of that moment and see what the reaction would be so I know how to approach it going forward.
Louise
You know the question in films is, I don’t know if the male gaze is done intentionally or not. Like we don’t really know that. What we know is that the reason why sexuality in general has been so heternormative and focused on penetration and not giving any space for women to actually ask for anything in films, is because most of the people who have been working in this industry and making decisions in terms of, you know, storytelling and editing have been white men. So rape revenge is this very weird film genre that was birthed in the 70s, and half of the story would be that a woman is being raped by one or multiple people, and in the other half, she would get her revenge. So usually she would murder and kill the people who have raped her, and sometimes other people next to them. At the beginning of the birth of this genre and for 30 years at least, those films were written, produced, and directed by men. This is why we also want so much representation. A lot of feminists and pioneers in queer filmmaking also used the act of filming in order to do that and to reclaim their own sexuality. I’m thinking about Barbara Hammer, who’s a feminist and queer pioneer in experimental cinema in the U.S. where she decided to shoot women having sex on 16mm, and by doing so reclaimed a space within the narrative that was exposed in film at that time. And there is also then the question of invisibilization: we know now, because of the internet and sharing knowledge, that women and queer filmmakers have been trying and making films since the beginning of cinema. We only realize it now that we have access to databases and the work of activists and curators and filmmakers.
Resisting Colonization
Host: And this opens up the conversation on the importance of keeping our feminist histories alive. The online worlds have also played a crucial role in documenting protests and resistance. From Sudan to Palestine to Colombia, feminists have taken our screens by storm, challenging the realities of occupation, capitalism, and oppression. So could we speak of communicating desire – the desire for something else – as decolonization?

Manal
Maybe because my village is just 600 residents and the whole village is one family – Tamimi – there are no barriers between men and women. We do everything together. So when we began our non-violent resistance or when we joined the non-violent resistance in Palestine, there was no discussion whether women should participate or not. We took a very important role within the movement here in the village. But when other villages and other places began to join our weekly protests, some men thought that if these women participate or join the protests, they will fight with soldiers so it will be like they’re easy women. There were some men who were not from the village who tried to sexually harass the women. But a strong woman who is able to stand in front of a soldier can also stand against sexual harassment. Sometimes, when other women from other places join our protest, they are shy at first; they don’t want to come closer because there are many men. If you want to join the protest, if you want to be part of the non-violent movement, you have to remove all these restrictions and all these thoughts from your mind. You have to focus on just fighting for your rights. Unfortunately, the Israeli occupation realizes this issue. For example, the first time I was arrested, I wear the hijab so they tried to take it off; they tried to take off my clothes, in front of everybody. There were like 300-400 people and they tried to do it. When they took me to the interrogation, the interrogator said: “we did this because we want to punish other women through you. We know your culture.” So I told him: “I don’t care, I did something that I believe in. Even if you take all my clothes off, everybody knows that Manal is resisting.”
Lindiwe
I think even from a cultural perspective, which is very ironic, if you look at culture in Africa, prior to getting colonized, showing skin wasn’t a problem. Wearing animal skin and/or hides to protect you, that wasn’t an issue and people weren’t as sexualized unless it was within context. But we conditioned ourselves to say, “you should be covered up” and the moment you are not covered up you are exposed, and therefore it will be sexualized. Nudity gets sexualized as opposed to you just being naked; they don’t want a little girl to be seen naked. What kind of society have we conditioned ourselves to be if you’re going to be sexualizing someone who is naked outside of the context of a sexual engagement? But environment definitely plays a big role because your parents and your grannies and your aunts say “no, don’t dress inappropriately,” or “no, that’s too short.” So you hear that at home first, and then the moment you get exposed outside, depending on the environment, whether it’s a Eurocentric or more westernized environment to what you are used to, then you are kind of free to do so. And even then, as much as you are free, there’s still a lot that comes with it in terms of catcalling and people still sexualizing your body. You could be wearing a short skirt, and someone feels they have the right to touch you without your permission. There is so much that is associated with regulating and controlling women’s bodies, and that narrative starts at home. And then you go out into your community and society and the narrative gets perpetuated, and you realize that you get sexualized by society at large too, especially as a person of color.

Resistance as Pleasure
Host: And finally, in what ways can our resistance be more than what we are allowed? Is there a place for pleasure and joy, for us and our communities?

Louise
Finding pleasure as resistance and resistance in pleasure, first for me there is this idea of the guerrilla filmmaking or the action of filming when you’re not supposed to or when someone told you not to, which is the case for a lot of women and queer filmmakers in the world right now. For example, in Lebanon, which is a cinema scene that I know very well, most of the lesbian stories that I’ve seen were shot by students in very short formats with “no production value” as the west would say – meaning with no money, because of the censorship that happens on an institutional level, but also within the family and within the private sphere. I would think that filming whatever, but also filming pleasure and pleasure within lesbian storytelling is an act of resistance in itself. A lot of times, just taking a camera and getting someone to edit and someone to act is extremely hard and requires a lot of political stance.
Lindiwe
I have a rape support group. I’m trying to assist women to reintegrate themselves from a sexual perspective: wanting to be intimate again, wanting to not let their past traumas influence so much how they move forward. It’s not an easy thing, but it’s individual. So I always start with understanding your body. I feel the more you understand and love and are proud of it, the more you are able to allow someone else into that space. I call it sensuality training, where I get them to start seeing themselves as not sexual objects, but as objects of pleasure and desire that can be interchangeable. So you’re worthy of receiving as well as giving. But that’s not only from a psychological point of view; it is physical. When you get out of the shower, you get out of the bath, and you’re putting lotion on your body, look at every part of your body, feel every part of your body, know when there are changes, know your body so well that should you get a new pimple on your knee, you are so aware of it because just a few hours ago it wasn’t there. So things like that where I kind of get people to love themselves from within, so they feel they are worthy of being loved in a safe space, is how I gear them towards claiming their sexuality and their desire.
Manal
You know we began to see women coming from Nablus, from Jerusalem, from Ramallah, even from occupied 48, who have to drive for 3-4 hours just to come to join the protests. After that we tried to go to other places, talk with women, tell them that they don’t have to be shy, that they should just believe in themselves and that there is nothing wrong in what we are doing. You can protect yourself, so where is the wrong in participating or in joining? Once I asked some women, “why are you joining?” And they said, “if the Tamimi women can do it, we can do it also.” To be honest I was very happy to hear this because we were like a model for other women. If I have to stand for my rights, it should be all my rights, not just one or two. We can’t divide rights.

Nilce de Souza Magalhães
Benjaline Hernandez
Winnie Madikizela- Mandela
Winnie a été décrite comme une « militante enflammée » qui a combattu le régime de l’apartheid en Afrique du Sud.
Son engagement lui a valu d’être emprisonnée et placée en cellule d’isolement de nombreuses fois.
Affectueusement surnommée Ma’Winnie, elle était connue pour être quelqu’un qui parlait ouvertement des défis auxquels les femmes noires étaient confrontées pendant et après l’apartheid et cela, après avoir elle-même subi ces brutalités en tant que mère, épouse et militante pendant la lutte. Elle a su transcender l'idée couramment répandue selon laquelle le leadership est fondé sur le genre, la classe ou la race. Bien qu’étant une personnalité controversée, elle était connue par son nom xhosa, « Nomzamo », qui signifie « celle qui supporte les épreuves ».
Ma’Winnie continue d’être une source d’inspiration pour de nombreuses personnes, en particulier des jeunes femmes sud-africaines.
Sa mort a impulsé la naissance d’un mouvement qui a pour mantra : « Elle n’est pas morte, elle s’est multipliée ».
Forum 2024 - FAQ - Accessibility and Health EN
Accessibility and Health
9. Advocate and tell the world!
The results of your research will also shape your advocacy – for example, your results will have revealed which sectors fund the most and which sectors you feel need donor education.
In this section
- Build your advocacy strategy
- Reach out to your network
- Adapt your strategy to the sector
1. Women’s rights organizations
2. Bilaterals and multilaterals
3. Private foundations
4. Women’s funds
5. Private sector and new donors
Build your advocacy strategy
In the “Frame your research” section of this toolkit we recommend that you plot out what goals you hope to accomplish with your research. These goals will allow you to build an advocacy strategy once your research is complete.
An advocacy strategy is a plan of distributing your research results in a way that allows you to accomplish your goals, falling under the broader goal of advocating with key sectors to make positive changes for resources for women’s rights organizing.
Using the goals defined in your research framing:
- List the potential groups of contacts who can be interested in your research results
- For each group, explain in one sentence how they can help you achieve your goal.
- For each group, mark what tone you are supposed to use to talk to them (formal professional, commentary casual, do they understand the field’s jargon?)
- List every media that can allow you to reach these audiences, in the proper tone (social media to build community feeling, press release for official announcement to a general audience, etc.)
From this list – as exhaustive as possible, chose which ones are the most efficient for achieve your goals. (See below for specific examples of audiences and advocacy methods)
Once you have a strategy, you can start the dissemination.
Reach out to your network
To disseminate your results, reach out first to the contacts through whom you distributed your survey, as well as to all your survey and interview participants.
- First, take this opportunity to thank them for contributing to this research.
- Share with them the main survey results and analysis.
- Make it easy for them to disseminate your product through their networks by giving them samples of tweets, Facebook posts or even a short introduction that they could copy and paste on their website.
Do not forget to state clearly a contact person and ask for a confirmation once they have published it.
On top of making you able to track who disseminated your report, it will help build stronger relationships within your network.
Adapt your strategy to the sector
As an example, we present below a list of sectors AWID engages in advocacy.
- Use this list as a point of departure to develop your own sector-specific advocacy plan.
- Create an objective for what you hope to accomplish for each sector.
- Be sure to add any additional sectors to this list that are relevant for your particular research, such as local NGOs or local governments, for example.
Your list of advisory organizations and individuals will also be useful here. They can help you disseminate the report in different spaces, as well as introduce you to new organizations or advocacy spaces.
1. Women’s rights organizations
Sample objectives: Update women’s rights organizations on funding trends; brainstorm collaborative efforts for resource mobilization using research findings; influence how they approach resource mobilization
Examples of possible advocacy methods:
-
Offer seminars, learning cafés or other events throughout your region, in relevant languages, in order to update women’s rights organizations with the findings of your research.
-
If you can’t physically reach everyone in your region, think about setting-up a webinar and online presentations.
-
Present your findings at larger convenings, such as the Commission on the Status of Women (CSW).
-
Beyond your own organizations’ newsletters and website, write articles on different platforms that are frequented by your target audience.
Some examples: World Pulse, OpenDemocracy, feministing.
2. Bilaterals and multilaterals
Sample Objective: Raising awareness about how funding is not meeting established commitments and how this sector needs to improve funding mechanisms to finance women’s rights organizing.
Identify which bilateral & multilaterals have the most influence on funding – this could include local embassies.
Examples of possible advocacy methods:
- Enlist ally organizations and influential individuals (some may already be your advisors for this research process) to do peer education.
- Seek their assistance to disseminate research finding widely in large multilaterals (like the UN).
- Present at and/or attend influential spaces where bilaterals and multilaterals are present, such as GENDERNET .
- Publish articles in outlets that are read by bilaterals and multilaterals such as devex, Better Aid, Publish What You Pay.
3. Private foundations
Sample Objective: Expand the quality and quantity of support for women’s rights organizations.
Examples of possible advocacy methods:
- Attend and/or present at events led by private foundations.
- Approach private foundations through membership groups, such as the International Human Rights Funders Group or African Philanthropy Network. Propose sessions at their events.
- Reach out to progressive grantmaking alliances, such as EDGE Funders, for dissemination and possible presentation.
- Publish articles on different outlets read by private funders, such as The Chronicle of Philanthropy and Alliance Magazine.
4. Women’s funds
Sample Objective: Encourage them to continue their work at higher scale.
Examples of possible advocacy methods:
- Hold presentations at the women’s funds in your region and in countries that you hope to influence.
- Disseminate your research findings to all women’s funds that impact the region, priority issue or population you are focusing on.
- Consider doing joint efforts based on the results of the findings. For example, you could propose to collaborate with a fund to develop an endowment that closes the funding gaps found in your research.
5. Private sector and new donors
Sample Objective: Increase their understanding of the field and encourage coherence between their philanthropic interests and business practice.
Examples of possible advocacy methods:
- Enlist ally organizations and influential individuals (some may already be your advisors for this research process) to do peer education.
- Arrange meetings with influential private actors to present your research findings.
- Host your own meeting, inviting private sector actors, to share the findings and to advocate for your position.
Make sure to adapt your presentations, propositions and applications to each targeted group.
Previous step
Are you ready to start your own research?
We strongly recommend referring to our Ready to Go worksheet to assess your own advancement.

Estimated time:
• 1-2 years, depending on advocacy goals
People needed:
• 1 or more communications person(s)
Resources needed:
• List of spaces to advertise research
• List of blogs and online magazines where you can publish articles about your research finding
• List of advisors
• Your WITM information products
• Sample of Advocacy Plan
Previous step
Ready to Go? Worksheet
Transnational Embodiments | Small Snippet FR
Continuez à explorer Incarnations transnationales
Cette édition du journal, en partenariat avec Kohl : a Journal for Body and Gender Research (Kohl : une revue pour la recherche sur le corps et le genre) explorera les solutions, propositions et réalités féministes afin de transformer notre monde actuel, nos corps et nos sexualités.
Shifa Gardi
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